" Já não via ninguém, todos se haviam mudado para as cidades em frente, ao norte, ao sul, e eu passeava lugubremente minha solidão nas ruas que ressoavam a meu passo, ruas que outrora me eram familiares, e agora pareciam escurecer, mudar de forma, de cheiro: de tal modo estavam ligadas a uma época, uma geração, um estado de espírito que se descompunham... Tudo ia escurecendo... escurecendo... Mas eu andava, eu continuava, eu não queria acreditar... "
* extraído de Contos de aprendiz