Marcel Proust

"Pois o que acreditamos ser o nosso amor, nosso ciúme, não é uma mesma paixão contínua, indivisível. Compõem-se de uma infinidade de amores sucessivos, de ciúmes diferentes e que são efêmeros, mas, por sua multiplicidade ininterrupta, dão a impressão de continuidade, de unidade."

 * extraído de Um amor de Swann